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Cães com alergia alimentar: por que a proteína de insetos funciona

Coceira que não passa, otite recorrente, lambedura de patas — às vezes a resposta está na fonte de proteína.
Leitura · 1 min

Você troca o shampoo, muda a ração, testa medicação — e o cão continua se coçando, lambendo as patas ou com otites recorrentes. É uma cena comum na alergia alimentar canina, e muitas vezes a origem está na fonte de proteína.

O que costuma estar por trás

Alergia alimentar é uma resposta do sistema imune à exposição constante a uma proteína. Repetir frango ou boi por anos e oferecer petiscos industrializados todo dia mantém esse estímulo. O que cães sensíveis geralmente precisam é de uma fonte proteica nova ou pouco explorada, com boa digestibilidade e perfil de gorduras equilibrado.

Por que a BSF entra bem

A proteína da BSF tem estrutura diferente das convencionais e histórico de exposição baixo na maioria dos cães — por isso é usada em estratégias para animais sensíveis, em dietas de eliminação acompanhadas pelo veterinário. Pode entrar como petisco (para testar aceitação e variar a fonte) ou suplemento (para complementar dietas restritivas). Se os sinais são recorrentes, revisar a base proteica pode ser mais estratégico do que trocar de remédio — sempre com orientação profissional.

No fim do dia.

Se a leitura fez sentido, o próximo passo é simples: deixar seu pet experimentar, no tempo dele. E qualquer dúvida, a gente ajuda.

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